Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. — Mateus 5,9
A vida de Santa Rita atravessou perdas, conflitos e longos períodos de espera. Sua perseverança não foi passividade: foi fidelidade cultivada em circunstâncias difíceis.
Ela nos ensina que o perdão cristão não apaga a verdade nem obriga alguém a permanecer em situações perigosas. Reconciliação exige prudência, responsabilidade e graça.
Sua devoção convida a entregar a Deus o que parece impossível, sem transformar a oração em promessa de resultado automático.
A esperança amadurece quando permanecemos no bem possível, mesmo antes de enxergar a solução completa.
SPES